Nova legislação aumenta penas para facções e proíbe benefício a familiares de presos ligados a grupos criminosos

Sancionada em 24 de março de 2026, a lei conhecida como projeto antifacção traz mudanças importantes no combate ao crime organizado no Brasil. Entre as principais medidas está a proibição do pagamento do auxílio-reclusão aos dependentes de presos vinculados a organizações criminosas, milícias e grupos paramilitares.

A restrição vale tanto para presos provisórios quanto para condenados em regime fechado ou semiaberto, desde que haja comprovação de ligação com esses grupos. Segundo o governo federal, a medida busca evitar que benefícios sociais sejam destinados a famílias ligadas a atividades criminosas.

A nova legislação também aumenta as penas para integrantes de facções e reforça mecanismos de enfrentamento ao crime organizado, ampliando o rigor das punições e fortalecendo a atuação do Estado na área de segurança pública.

Além disso, a lei mantém a proibição do voto para presos provisórios, consolidando restrições no âmbito eleitoral. O pacote de medidas faz parte de uma estratégia mais ampla para endurecer as ações contra organizações criminosas no país.

Fonte: Governo Federal / Legislação Brasileira

Foto: Banco de imagens

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