Entre os casos mais emblemáticos está o fóssil do dinossauro Irritator challengeri, retirado do Ceará nos anos 1990 e que será devolvido pela Alemanha. (Imagem: Joédson Alves/Agência Brasil

O governo brasileiro, em parceria com instituições científicas, pesquisadores e o Ministério Público, trabalha para recuperar fósseis de dinossauros e patrimônios naturais e culturais que estão espalhados por pelo menos 14 países.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, existem ao menos 20 negociações em andamento para repatriação de materiais retirados do Brasil, muitos deles de forma ilegal. Os Estados Unidos lideram a lista de países com maior número de pedidos de devolução, seguidos por Alemanha, Reino Unido, Itália e França.

Entre os casos mais emblemáticos está o fóssil do dinossauro Irritator challengeri, retirado do Ceará nos anos 1990 e que será devolvido pela Alemanha. Outro símbolo recente foi o retorno do dinossauro Ubirajara jubatus ao Brasil, após mobilização internacional e pressão de pesquisadores brasileiros.

Especialistas classificam a retirada irregular de fósseis brasileiros como “colonialismo científico”, prática que prejudica museus, pesquisadores e a produção científica nacional ao transferir patrimônios históricos para coleções estrangeiras.

Fonte: Agência Brasil

 

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